Se não quiser, não leia!


Talvez minha opinião não signifique nada. Pode ser que seja apenas mais um amontoado de letras que não tenham significado nenhum, mas eu preciso expressá-la aqui e, fica a seu critério, considerá-la ou não.

Sou uma pessoa muito jovem ainda e não é que eu me considere a pessoa que mais sofreu nesta vida, mas aquilo que já vivi e passei (inclusive um câncer) me deram um certo nível de experiência. Mas não é disso que irei falar.

Com a minha pouca experiência de vida e com aquilo que, ao longo dos últimos seis anos, tenho aprendido pela a minha regra de fé e conduta (a Bíblia), tenho passado a ter um pouco de capacidade de observação do comportamento humano. Sou obreiro da seara e todo obreiro, ao longo dos anos trabalhando com pessoas, passa a ter um pouco de “psicólogo".

Observando tudo aquilo que tem acontecido nos últimos anos: o avanço tecnológico que, sem dúvida, é essencial, mas trouxe mais prejuízos do que benefícios, as mudanças sociais, a banalização de conceitos, a teoria do politicamente correto, o aumento da corrupção em todos os setores da sociedade (a nível de Brasil, eu falo), a chamada luta de classes, a erotização de crianças, a alienação ideológica, o vilipêndio à fé cristã, a apostasia referente a esta mesma fé e, agora, mais do que nunca, a luta de minorias oriundas de movimentos sociais para tentar impor uma desconstrução social e conceitual a respeito daquilo que até então tínhamos como uma definição inequívoca do que seja a família (um homem, uma mulher e sua prole), percebo que isso evidencia a necessidade do ser humano fazer uma auto-reflexão sobre o seu papel neste planeta.

Todos os dias no rádio, na Tv, na internet, nas redes sociais, nos debates, nas palestras, nas escolas (em muitos casos) fala-se ou se menciona a respeito do assunto de reorientação social dos conceitos (macho e fêmea) já citados, por intermédio de grupos sociais organizados com interesse no assunto.

Eu vejo assim e, para finalizar, eu coloco aquilo que vejo: primeiro, o cidadão é livre para fazer da sua vida o que quiser, desde que seja maduro o suficiente para arcar com as consequências dos seus atos. Porém ele, jamais, em nome de seus direitos pode cercear o direito do outro (e há um cerceamento de direitos na luta por direitos dos lgbtistas); segundo, eu nunca vi uma minoria ser maioral sobre a maioria. E a maioria das famílias brasileiras concordam que o conceito de família se define por um homem que se une a uma mulher e, ambos, passam a ser uma só carne, podendo assim, perpetuar novas gerações.

Sem sombra de dúvidas, o indivíduo que pense e faça do lgbtismo seu ideal de vida é livre para fazê-lo, mas, de maneira nenhuma poderá, em nome de sua liberdade, impor seus ideais aos que pensam diferente e são maioria.


José Maurício

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